Talk de Midas Pharma · O time

Treinamento de comunicação para medical affairs

O time de medical affairs prepara dois palcos ao mesmo tempo. O do KOL externo, que apresenta uma vez, por convicção e por relação. E o do próprio time, que apresenta o ano inteiro, em contextos variados. As duas frentes usam a mesma técnica de estrutura e pedem desenhos diferentes de formato e de continuidade.

Ver as duas frentes
Dois palcos, um time

O que muda entre preparar o KOL e preparar o time.

Dimensão KOL externo Time interno
Vínculo convite, sem hierarquia time próprio, com agenda coordenada
Objeto do trabalho uma apresentação com data marcada repertório reaproveitável ao longo do ano
Plateia típica auditório de congresso ou simpósio grupos pequenos, conversas técnicas, reuniões
Interrupção durante a fala rara, tempo cronometrado constante, e a estrutura precisa suportá-la
Continuidade por ciclo de eventos contínua, com quem prepara aprendendo a preparar
O trabalho que não aparece no palco

Preparar palco alheio é um ofício sem holofote.

Quando a apresentação vai bem, o mérito é do médico, e assim deve ser. Quando vai mal, a conta chega em quem organizou. Esta assimetria é conhecida de quem trabalha na função, e ela tem consequência prática no que o time precisa levar para a mesa de dentro.

Consequência 1

O trabalho precisa deixar rastro

Um diagnóstico por escrito, uma leitura antes e depois, um plano de evolução por pessoa. Documento serve para conduzir o próximo ciclo, e serve para mostrar o que foi feito.

O que não deixa registro não entra na conversa de orçamento
Consequência 2

A régua precisa ser externa

Critérios de leitura aplicados por alguém de fora tiram a avaliação do terreno da impressão pessoal, e permitem sustentar a decisão diante de quem não estava na sala.

Impressão própria não sobrevive à mesa de dentro
Consequência 3

O time precisa aprender a conduzir

Quando quem prepara domina a mesma estrutura, a conversa com o KOL deixa de depender de quem está de fora, e passa a acontecer no ritmo do calendário próprio.

Capacidade instalada rende mais que serviço recorrente
Perguntas

O que costumam perguntar.

Qual a diferença entre treinar speakers e treinar o time de medical affairs?

Muda o vínculo e muda o objetivo. O KOL externo apresenta por convicção e por relação, e o trabalho parte de uma apresentação específica com data marcada. O time interno apresenta o ano inteiro, em contextos variados, e o trabalho vira repertório reaproveitável: uma estrutura que serve para o próximo encontro, e para o seguinte.

O MSL precisa de treinamento de apresentação?

O MSL costuma apresentar em conversas de um para um ou para grupos pequenos, com plateia técnica e tempo curto. A técnica muda em relação ao palco de auditório: a estrutura precisa suportar interrupção, pergunta no meio e mudança de rota, sem perder a tese central.

Dá para treinar KOLs externos e time interno no mesmo desenho?

Dá, e a decisão é de desenho, não de conteúdo. Juntar as duas plateias na mesma sala funciona quando o objetivo é alinhar linguagem entre quem prepara e quem apresenta. Separar funciona melhor quando o time interno precisa também aprender a conduzir a preparação do KOL depois.

Como mostrar internamente que o trabalho evoluiu?

Com critérios de leitura aplicados antes e depois, na mesma apresentação ou no mesmo palestrante: tese central identificável, memória da plateia, ritmo, função de cada slide, presença e condução para uma decisão. É uma régua de observação, e ela existe justamente para tirar a avaliação do terreno da impressão pessoal.

A pesquisa de satisfação do evento não resolve essa medição?

Ela mede outra coisa. A pesquisa padrão captura a experiência do participante no ambiente, incluindo logística, local e organização. A retenção da mensagem e a clareza da tese pedem instrumento próprio, aplicado à apresentação e não ao evento.

A arena

O desenho completo para comunicação médico-científica.

Os formatos, o método em cinco movimentos e os seis critérios de leitura estão abertos na página da arena de farma.

Ver a arena de farma
Fernando Palacios Fundador da Storytellers e 2x World's Best Storyteller, World HRD Congress, Mumbai, 2017 e 2018.