Um programa para cada palco da empresa.
O Talk de Midas incompany é o programa de narrativa desenhado por departamento, sobre as apresentações reais daquela área. O método é o mesmo em todas: cinco triunfos, do roteiro ao palco. O que muda é o objeto de trabalho. Medical Affairs trabalha o congresso, a liderança trabalha a fala de gestão, o marketing trabalha a narrativa de marca, o conselho trabalha o keynote de visão. Três áreas com programa formado, seis com a dor mapeada, e uma conversa de trinta minutos para escolher por onde a empresa começa.
A empresa fala
em nove palcos.
A conversa costuma começar por um palco só. Um congresso que se aproxima, uma convenção de vendas, um conselho que pede uma apresentação diferente. O treinamento acontece, o palco melhora, e ali mesmo aparece a segunda pergunta: por que o resto da empresa continua apresentando do jeito antigo.
Porque cada área apresenta uma coisa diferente, e treinar uma pessoa deixa o palco do time como estava. Quem apresenta resultado tem um problema diferente de quem apresenta produto, que tem um problema diferente de quem apresenta visão. O método é o mesmo, e o desenho do programa muda com o palco.
Este catálogo é a tradução direta disso. Cada bloco é uma área, com a dor que ela reconhece e o caminho por onde o trabalho entra.
A empresa passa a falar a mesma língua em palcos diferentes.
As áreas, uma a uma
Três programas formados, seis dores mapeadas.
Os speakers da empresa dominam o estudo e perdem a sala. O simpósio é caro, a agenda é disputada, e a apresentação que deveria firmar a posição da companhia esvazia o auditório.
O trabalho. O programa Talk de Midas aplicado ao time de porta-vozes: roteiro da apresentação científica, repertório pessoal do palestrante, slides pelo método da casa e devolutiva individual de palco, sobre o congresso que já está no calendário.
O que fica. Cada speaker sai com a apresentação real construída e com o diagnóstico nomeado do próprio palco.
Programa com desenho fechadoA liderança comunica por comunicado. O time ouve a informação e perde a direção, e cada camada abaixo repete uma versão mais fraca da mesma frase.
O trabalho. Formação de comunicação para lideranças, com o mesmo desenho dos cinco triunfos aplicado à fala de gestão: a reunião de resultado, o town hall, a conversa difícil, o anúncio de mudança.
O que fica. Cada líder sai com o roteiro das próprias falas recorrentes e com a leitura individual de palco.
Programa com desenho fechadoA campanha comunica o atributo e a marca segue sem história. O investimento em mídia carrega uma mensagem que a plateia esquece antes do próximo trimestre.
O trabalho. Narrativa de marca e de campanha pela estrutura dos 8 Passos, mais a preparação dos porta-vozes que levam essa narrativa ao palco e ao evento.
O que fica. A espinha narrativa escrita e os porta-vozes treinados sobre ela.
Programa com desenho fechadoA dor está mapeada. O desenho sai da conversa.
Nestas seis a casa reconhece o problema e trabalha nele por encomenda.
A proposta chega tecnicamente impecável e comercialmente muda. O time apresenta a solução e o cliente ouve uma lista de funcionalidades.
O trabalho entra pela estrutura do pitch e pelo ensaio sobre as oportunidades reais do funil.O produto resolve um problema difícil e a explicação dele exige que o interlocutor já entenda do assunto. O valor fica preso na complexidade.
O trabalho entra pela tradução do valor técnico em narrativa, para lançamento e para conversa com cliente estratégico.O número está certo e a decisão não sai. A apresentação de resultado vira leitura de planilha projetada, e a plateia acompanha a tabela sem entender o movimento.
O trabalho entra pela ordem da informação: o que abre, o que fica em reserva e qual comparação carrega a decisão.O time técnico apresenta roadmap para quem decide orçamento e a conversa termina em detalhe de implementação. A prioridade não se sustenta fora da sala técnica.
O trabalho entra pela comunicação técnica para plateia mista, com corte e analogia sobre as apresentações reais do time.A visão existe e chega à empresa como slide de estratégia. O discurso muda a cada trimestre e o time deixa de acreditar na direção antes de discordar dela.
O trabalho entra pelo keynote de visão e pelo repertório pessoal do executivo que vai sustentar essa fala ao longo do ano.O executivo tem vinte anos de repertório e nenhuma obra. A autoridade dele vive em apresentações internas e em conversas que ninguém registra.
O trabalho entra pela extração por entrevista e pela escrita na voz de quem assina.Como um programa acontece
Quatro tempos, do primeiro contato à segunda-feira seguinte.
Trinta minutos com quem lidera a área. Levantamos as apresentações do calendário, quem as faz e o que está em jogo em cada uma.
O programa se desenha sobre esse levantamento: formato, número de encontros, composição do grupo e quais apresentações entram como objeto de trabalho.
Os cinco triunfos rodam sobre o material real da área. Cada participante sai de cada módulo com uma entrega na mão.
A trilha individual de evolução e o sistema que sustenta a próxima construção, para que o efeito não termine com o encerramento da sala.
Sobre o investimento. O desenho do programa define o investimento, porque depende do formato, do número de participantes e da quantidade de encontros. A conversa de trinta minutos existe para chegar a esse desenho, e o valor sai dela.
Programa que virou padrão interno.
A Yamaha rodou 24 turmas entre 2016 e 2024, e o método passou a ser o padrão interno de preparação de apresentações da empresa. É o retrato do que um programa incompany faz quando vira rotina de área.
Base: turmas de treinamento conduzidas para a empresa. Período: 2016 a 2024. Significado: o método passou a ser o padrão interno de preparação de apresentações.
Ver os cases com a fonte de cada dado, incluindo o que a casa deixa de fora e por quê. O estudo aberto sobre formação e comunicação está em Top 20 faculdades de medicina.
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O que costumam perguntar.
O que é o Talk de Midas incompany?
É o programa de narrativa desenhado para um departamento específico da empresa, em turma fechada. O ponto de partida é sempre o mesmo método de cinco triunfos, e o que muda é o objeto de trabalho: as apresentações reais daquela área, no calendário real dela. Esta página lista as áreas com programa formado e as áreas cuja dor a casa já mapeou.
Como se decide qual programa a empresa contrata?
Pela Anamnese Estratégica, uma conversa de trinta minutos com quem lidera a área. Nela se levantam três coisas: quais apresentações a área tem pela frente, quantas pessoas as fazem e o que está em jogo em cada uma. O desenho do programa sai dessa conversa.
A empresa pode contratar mais de uma área?
Pode, e é o caminho mais comum depois do primeiro programa. As áreas compartilham o mesmo método e mudam de vocabulário e de exemplo. Quando mais de um departamento entra, o trabalho ganha uma camada de coerência entre eles, para que a empresa fale a mesma língua narrativa em palcos diferentes.
Qual a diferença entre as áreas com programa formado e as demais?
Três áreas têm programa com desenho fechado: Medical Affairs e times que apresentam em congresso, gente e liderança, e marketing e marca. Nessas, o formato já existe e a conversa serve para calibrar. Nas outras seis a casa reconhece a dor e trabalha nela por encomenda, com o desenho saindo da Anamnese. A distinção está escrita na página porque a casa publica o que sabe entregar.
Como funciona com regras de conformidade, especialmente em farma?
O rigor permanece intocado. A metodologia dos dados continua a mesma e a revisão segue com as áreas responsáveis pela conformidade da empresa. O trabalho organiza a ordem em que a informação aparece e a forma como ela é dita. O programa não substitui validação médica, jurídica ou regulatória.
Qual o tamanho de turma?
O tamanho define o formato de palco. Até 20 participantes, cada pessoa apresenta individualmente e recebe devolutiva sobre a própria fala. Até 50, as apresentações são em grupo, e a devolutiva trabalha a construção coletiva. Os dois formatos rodam os cinco triunfos sobre o material real da área. Qual deles serve se decide na Anamnese, pelo que a área tem pela frente.
Quem conduz os programas?
Fernando Palacios conduz, e a casa opera com um elenco de agentes de inteligência artificial que sustentam o trabalho entre os encontros, da estruturação de roteiro à devolutiva de performance. A composição do time se define pelo tamanho do programa.
Trinta minutos para escolher por onde a empresa começa.
A Anamnese Estratégica é uma conversa sobre a área, o calendário de apresentações e o que está em jogo em cada uma. Dela sai o desenho do programa e o investimento correspondente.