O método virou um elenco.
O sistema do Talk de Midas é o elenco de agentes de inteligência artificial que a Storytellers construiu a partir do próprio método. Cada um responde por uma parte do trabalho: escolher a história, estruturar o roteiro, escutar a plateia, afinar a voz, cortar o excesso, dar a nota com critério. Quem contrata um programa contrata o time que opera essas réguas, e o que chega à empresa é o trabalho que sai delas.
O que sobra
quando a sala esvazia.
Todo treinamento tem o mesmo ponto de fuga. A sala funciona, o grupo sai animado, e três semanas depois a próxima apresentação nasce do jeito antigo. O efeito dependia da presença de quem conduziu, e a presença acabou junto com o café da tarde.
O quinto triunfo do método existe para resolver isso. A Storytellers passou vinte anos construindo réguas, estruturas e protocolos de trabalho narrativo, e nos últimos anos codificou esse repertório em um elenco de agentes. A estrutura de roteiro dos 8 Passos, o garimpo de histórias da Arqueologia Interna, a régua de avaliação das Maestrias e a edição por subtração viraram operação, com nome e função.
O resultado prático para quem contrata: a próxima apresentação encontra a mesma régua e a mesma estrutura que a sala usou, sem depender de a sala se repetir.
O elenco existe e opera, e é o que continua depois que a sala esvazia.
Quem faz o quê
Dez funções, cada uma com um dono.
Cada agente responde por uma etapa específica do trabalho.
Decide qual história a empresa conta, para quem, em que ordem e com qual efeito, antes de a apresentação existir.
O que chega ao cliente. A escolha narrativa por trás do roteiro, com o motivo de cada corte declarado.
Pega o conteúdo bruto e devolve estrutura, em qualquer escala, da apresentação inteira até a cena de trinta segundos.
O que chega ao cliente. O roteiro montado, do gancho ao chamado, com a construção feita de trás para a frente.
Escuta a plateia antes da fala e nomeia a falta que a mensagem precisa espelhar.
O que chega ao cliente. O diagnóstico da sala: o que aquela plateia específica está esperando ouvir e o que ela recusa.
Escolhe, ordena e calibra a história certa para a plateia certa, para que a fala prenda enquanto ensina.
O que chega ao cliente. As histórias selecionadas, com a função narrativa de cada uma definida.
Transforma o conteúdo técnico em apresentação: a fala, o pitch e o material visual construídos sobre o roteiro.
O que chega ao cliente. A apresentação pronta para o palco, com a estrutura já dentro dela.
Afina a voz de cada pessoa e calibra a dose de cada fala. É a preparação de elenco da casa.
O que chega ao cliente. A fala na voz de quem assina, com a intensidade ajustada ao palco e à plateia.
Dá à peça uma nota calibrada com a evidência que a sustenta e nomeia o degrau seguinte.
O que chega ao cliente. A avaliação com critério, incluindo presença, intenção e uso de pausa.
Edição por subtração. Diagnostica em três níveis, corta com justificativa e devolve um texto menor com o relatório do que saiu.
O que chega ao cliente. A fala enxuta, com cada corte explicado.
Faz os números contarem a história que eles têm, na ordem em que a decisão precisa dela.
O que chega ao cliente. A apresentação de dado com narrativa, do gráfico de abertura à comparação que decide.
Escreve na voz do autor real, a partir da matéria oral que sai da entrevista.
O que chega ao cliente. O texto publicável na voz de quem assina, do artigo à obra longa.
A fronteira do que a máquina faz
O que fica com a pessoa.
A história é do palestrante. O dado é do palestrante. A assinatura é do palestrante.
Em contexto científico e regulado, a fronteira é mais explícita ainda. A metodologia dos dados permanece intocada e a revisão segue com as áreas responsáveis pela conformidade da empresa. O trabalho organiza a ordem em que a informação aparece e a forma como ela é dita. O programa não substitui validação médica, jurídica ou regulatória.
A descrição curta do que a casa entrega está em Talk de Midas, o que é.
O ouro é de quem fala. O sistema esculpe.
Qual parte do elenco atende cada área.
| Área da empresa | Onde o elenco entra |
|---|---|
| Medical Affairs e congresso | Pelo roteiro da apresentação científica, pelo repertório do speaker e pela devolutiva de palco (motor dos 8 Passos, Mão de Midas, MAESTRO) |
| Presidência e conselho | Pelo keynote de visão e pelo repertório do executivo que o sustenta (NARRADOR, Íris) |
| Marketing e marca | Pela espinha narrativa da campanha e pela leitura da plateia (curadoria de repertório, Sondador) |
| Vendas e receita | Pelo corte do excesso no pitch e pela nota de cada apresentação (BISTURI, MAESTRO) |
| Produto | Pela tradução do valor técnico em narrativa (NARRADOR, motor dos 8 Passos) |
| Finanças e resultado | Pela ordem da informação, do gráfico de abertura à comparação que decide (CONTADOR, BISTURI) |
| Tecnologia | Pelo roadmap contado para plateia mista, com corte e analogia (motor dos 8 Passos, Sondador) |
| Gente, cultura e liderança | Pelo roteiro das falas recorrentes de gestão e pela régua individual de palco (Íris, MAESTRO) |
| Autoridade editorial | Pela extração por entrevista e pela escrita na voz de quem assina (Ghost Writer, NARRADOR) |
A tabela mostra o ponto de partida mais comum de cada área. A composição final do time se fecha no desenho da Anamnese, com o formato e o tamanho do grupo na mesa.
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O que costumam perguntar.
O que é o sistema do Talk de Midas?
É o elenco de agentes de inteligência artificial que a Storytellers construiu a partir do próprio repertório de vinte anos, cada um responsável por uma parte do trabalho: escolher a história, estruturar o roteiro, escutar a plateia, afinar a voz, cortar o excesso, dar a nota. Quem contrata um programa contrata o time que opera essas réguas.
O cliente recebe acesso aos agentes?
O que chega ao cliente é o trabalho que sai deles: o roteiro, o repertório estruturado, os slides, a devolutiva de palco e a trilha de evolução. A composição do time que atua em cada programa se define no desenho da Anamnese Estratégica, pelo formato e pelo tamanho do grupo.
A inteligência artificial escreve a apresentação no lugar da pessoa?
O material continua sendo da pessoa. O trabalho do sistema é estrutural: propor ordem, apontar o que está sobrando, devolver a fala na voz de quem assina e medir a performance com critério. A história é do palestrante, o dado é do palestrante e a assinatura é do palestrante.
Por que isso importa para quem contrata treinamento?
Porque a maior parte do efeito de um treinamento evapora entre um encontro e o próximo. O sistema é o que sustenta o trabalho no intervalo: a próxima apresentação do participante encontra a mesma régua, a mesma estrutura e o mesmo repertório organizado, sem depender de a sala se repetir.
Como fica a confidencialidade do material da empresa?
O material trabalhado em programa é da empresa e permanece com ela. A confidencialidade é condição do trabalho, e os termos se definem no contrato de cada programa.
Onde o material da empresa é tratado quando um agente atua sobre ele?
A política de tratamento do material entra no contrato de cada programa, definida junto com as áreas de conformidade e de tecnologia da empresa. Quando a companhia tem restrição de ferramenta ou de tráfego de dado, o desenho do programa se ajusta a ela, e essa conversa acontece antes do primeiro encontro.
De onde vêm esses agentes?
Da própria operação da Storytellers. Cada agente é a codificação de um método que a casa já usava com pessoas: a estrutura de roteiro dos 8 Passos, o garimpo de histórias da Arqueologia Interna, a régua de avaliação das Maestrias, a edição por subtração. Eles nasceram para operar o trabalho da casa e passaram a operar o trabalho dos programas.
Trinta minutos para ver o sistema aplicado ao seu caso.
A Anamnese Estratégica é uma conversa sobre a apresentação, o evento ou o time que você tem pela frente. Dela sai o desenho do programa e a composição do time que atende.