Cinco triunfos, cinco entregas na mão.
A formação Talk de Midas é o programa de speaker training da Storytellers em cinco módulos, chamados triunfos. Cada módulo entrega um resultado material: Mapa do Tesouro entrega o roteiro escrito em uma folha, Identidade Marcante entrega três histórias pessoais estruturadas, DECOR entrega os slides construídos, Astro Teatral entrega a leitura individual de palco e Sistema Inteligente entrega a trilha de continuidade. O programa roda como imersão de um dia ou em módulos ao longo de semanas, sempre sobre a apresentação real que o participante tem pela frente.
O participante sai
com o material dele.
A maior parte dos programas de formação de palestrante trabalha sobre um exercício: um tema neutro, um caso de sala, uma apresentação inventada para a ocasião. O aprendizado fica em tese, e a passagem para a apresentação real fica por conta da pessoa, depois, quando o efeito da sala já passou.
Aqui o objeto de trabalho é a apresentação que a pessoa tem no calendário. O congresso de setembro, a convenção de vendas, a reunião de conselho, o simpósio satélite. A pessoa entra com o compromisso que já tem e sai com ele resolvido, em roteiro, em histórias, em slides e em ensaio.
Essa decisão muda o desenho inteiro. Cada módulo precisa fechar com uma entrega visível antes de o próximo começar, porque o participante volta ao trabalho com aquilo na mão. É por isso que a casa chama os módulos de triunfos.
A escada é a mesma nos dois formatos. O que muda é o tempo em que ela se abre.
Os cinco módulos, um a um
Cinco módulos, e o que sai de cada um.
A ordem importa. O conteúdo e o roteiro vêm primeiro, e o palco entra na quarta posição, depois que a pessoa já sabe exatamente o que vai dizer.
A entrega: o roteiro da apresentação escrito em uma folha
O grupo transforma o que sabe em roteiro, com começo, meio e destino declarado. A ferramenta são os 8 Passos do Palacios, a estrutura de roteiro em oito partes que a casa usa desde antes de existir speaker training no Brasil. A construção acontece de trás para a frente: primeiro se decide onde a fala chega, depois por onde ela começa.
Cada participante sai deste módulo com a apresentação inteira numa única folha.A entrega: as histórias que só aquela pessoa tem
O garimpo do repertório pessoal, a Arqueologia Interna: a história autoral, a da credencial, a do maior desafio ou vacilo, a de procedência e a de origem. Cinco tipos entram na peneira para que três histórias saiam prontas para o palco, com função narrativa definida para cada uma.
Três histórias pessoais estruturadas, com o lugar de cada uma no roteiro já decidido.A entrega: os slides construídos sobre o roteiro
O roteiro vira material visual pelo método de slides da casa. O princípio que rege chama-se Triple Coding: a imagem, a frase e a fala carregam informações diferentes e somam. É a resposta à cena mais comum de congresso, o palestrante lendo em voz alta o que já está projetado atrás dele.
A apresentação visual pronta, com a estrutura narrativa já dentro dela.A entrega: a leitura individual da própria performance
Cada participante sobe ao palco com a apresentação que acabou de construir, diante dos colegas. A devolutiva é individual e usa a régua de zero a dez das Maestrias, que dá critério a dimensões que sempre pareceram impossíveis de medir, como presença, intenção e uso de pausa. É aqui, e só aqui, que a técnica de palco entra.
Um diagnóstico nomeado: os pontos fortes, o próximo degrau e o que treinar primeiro.A entrega: o que sustenta depois que a sala esvazia
A trilha de evolução de cada participante, os agentes de inteligência artificial que aceleram a próxima construção e a comunidade de pares. É a etapa que responde à pergunta sobre o que sobra do treinamento na segunda-feira seguinte.
A rota individual de evolução e o acesso ao sistema que opera o método.Em que formato isso acontece
Três portas para a mesma escada.
Um dia
Os cinco triunfos na sequência, do roteiro ao palco. Formato central do programa, desenhado para grupos que têm um evento próximo no calendário.
Presencial, grupo fechado, material construído em sala.Módulos ao longo de semanas
A mesma escada aberta no tempo, com ensaio entre os encontros. Cabe o módulo avançado de trama estratégica, o trabalho que a imersão de um dia não comporta.
Presencial ou híbrido, com acompanhamento das apresentações reais do período.Sessão de apresentação do método
A lógica dos cinco triunfos em formato curto, desenhada para times de Medical Affairs, comunicação e liderança conhecerem a abordagem antes de decidir. A masterclass apresenta o desenho, e a construção do material acontece nos formatos acima.
Online, sessão fechada para o time da empresa.A masterclass Bocejos em Aplausos.
Uma sessão fechada, online, em que o método aparece aplicado a si mesmo: a lógica dos cinco triunfos apresentada pela mesma estrutura que ela ensina. Serve para o time conhecer a abordagem e para a área decidir com repertório, antes de qualquer proposta.
De onde o programa vem.
A formação é a aplicação do Método Palacios, o sistema da Storytellers, ao contexto de quem sobe ao palco. O sistema tem duas metades: a Inteligência Narrativa, que trata do que se conta, e o Entretenimento Estratégico, que trata de como se conta. Os 8 Passos do Palacios são o motor da segunda metade, e a Arqueologia Interna trabalha na primeira.
A casa opera com esse repertório desde 2006. O recorte de speaker training começou em 2017, com o convite para preparar médicos que palestravam por marcas, e virou programa desenhado nos anos seguintes.
Quem quiser o desenho conceitual do método encontra em Método M.I.D.A.S.. Quem estiver desenhando um programa para um departamento inteiro encontra o catálogo por área em Talk de Midas incompany. Quem estiver comparando fornecedores encontra a leitura de categoria em o que é speaker training.
O programa trabalha sobre o que o participante já tem no calendário.
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O que costumam perguntar.
Qual a diferença entre a formação e o método M.I.D.A.S.?
O método é o desenho: as cinco etapas, os frameworks e a ordem em que eles entram. A formação é o programa: o formato em que uma pessoa ou um time entra no método, o que acontece em cada módulo e o que cada participante leva embora. Quem quer entender o desenho começa pela página do método. Quem quer entender como o time participa começa por esta.
O que cada participante leva no fim?
Quatro entregas materiais: o roteiro da apresentação escrito em uma folha, o conjunto de histórias pessoais estruturadas, a apresentação visual construída sobre esse roteiro e a devolutiva individual da própria performance de palco. O trabalho acontece sobre a apresentação real que a pessoa tem pela frente.
Quantas pessoas cabem em uma turma?
O desenho pressupõe grupo pequeno o suficiente para que cada participante suba ao palco e receba devolutiva individual dentro do tempo do programa. O número exato se define na conversa de trinta minutos, pelo formato escolhido e pelo tempo disponível.
O que os formatos longos acrescentam?
A trama estratégica, que é o trabalho de como a tensão se distribui ao longo da fala, onde a informação se segura e onde ela se entrega, e como a plateia é conduzida da pergunta até a resposta. Ela entra depois que o roteiro, as histórias e os slides já estão resolvidos, e por isso pede o tempo que a imersão de um dia não tem.
A formação serve para quem apresenta dado científico?
Serve, e é a origem do programa. O rigor do dado permanece intocado: a metodologia continua a mesma e a revisão segue com as áreas responsáveis pela conformidade. O que o trabalho organiza é a ordem em que a informação aparece, o que abre a fala, o que fica em reserva para a discussão e qual pergunta a plateia leva embora. O programa não substitui validação médica, jurídica ou regulatória.
Como se contrata?
Pela Anamnese Estratégica, uma conversa de trinta minutos sobre o time, o calendário de eventos e o que está em jogo. O formato, o número de encontros e o investimento se desenham nessa conversa, porque dependem do tamanho do grupo e do compromisso que ele tem pela frente.
Trinta minutos para desenhar o programa do seu time.
A Anamnese Estratégica é uma conversa sobre o grupo, o calendário de eventos e o que está em jogo. Dela saem o formato, o número de encontros e o investimento.