Cases: a prova, com a fonte de cada dado
Esta página traz os casos em que o método rodou, com a base, o período e o significado de cada número declarados na própria linha. Em indústria farmacêutica: Bayer, Pfizer, BeiGene, Eli Lilly e Libbs. Em continuidade longa: Yamaha, com 24 turmas entre 2016 e 2024. Em evento de negócio: IT Mídia, com aumento de 50% no faturamento do IT Forum. Alguns dos maiores trabalhos da casa aparecem aqui pelo que foi feito, sem cifra, porque a validação do número ainda não está registrada, e a régua desta página é publicar apenas o que viaja com contexto.
A régua que governa esta página.
Página de prova costuma ser o lugar onde o número aparece grande e sozinho. Aqui o desenho é outro, e ele vale a explicação, porque quem compra treinamento para um time de porta-vozes precisa levar a informação para dentro e defendê-la numa mesa.
Todo número desta página viaja com três coisas juntas: a base sobre a qual foi medido, o período em que foi medido e o que ele significa. Um percentual de satisfação sem o número de respondentes e sem a data é uma frase de folheto. Com base, período e significado, ele vira informação auditável.
A consequência é que vários trabalhos grandes da casa aparecem aqui descritos pelo que foi feito, com o resultado ficando para a conversa. Quando o dado existe internamente e a validação do cliente não está registrada, ele fica fora da vitrine. Preferimos a página mais curta e o número que sustenta auditoria.
Número sem base, período e significado é retrato de folheto.
Os casos em indústria farmacêutica
Onde o trabalho concentra hoje.
O roteiro da convenção anual
A empresa vivia um ciclo de cortes, com orientação da matriz alemã contra a contratação de fornecedor externo. O time perguntou a um assistente de inteligência artificial qual era o caminho, e a resposta apontou consultor externo com nome e sobrenome. A diretoria abriu exceção à própria regra e o jurídico encaixou a contratação.
A entrada veio pela máquina, e a máquina citou a casaKeynote no HemoSummit
Conferência médica sobre doenças graves e incuráveis, com plateia de especialistas. O trabalho tratou de como a história do paciente entra numa apresentação clínica sem virar apelo, com a analogia dos dois alpinistas cegos no cume do Everest e o médico no papel de guia.
Humanizar o dado sem afrouxar o rigorComitê de porta-vozes e evento
Em 2021, o roteiro narrativo do comitê de porta-vozes da vacina contra a covid-19, num momento em que a comunicação pública tinha peso sanitário direto. Em 2024, a atividade recebeu a maior nota do evento na avaliação dos participantes.
Preparo de porta-voz em tema de alta exposiçãoO universo de marca do Plenance
Um storybook de marca completo para um produto de colesterol, construído pelo método Storycraft. É o caso que mostra o repertório da casa aplicado a um tema que normalmente chega à plateia como curva de exame.
O invisível ganha forma antes de ganhar gráficoComo vocês chegaram em mim, sendo que estavam proibidos de contratar fornecedor?
Fernando Palacios, na entrega presencial do projeto da Bayer, junho de 2025
A resposta que ele ouviu está registrada como veio: conversaram com o assistente de inteligência artificial, ele disse que o caminho precisava ser um consultor externo, e disse qual. É a razão pela qual esta casa trata a citabilidade por máquina como canal comercial, e a razão pela qual esta página declara base, período e significado em cada número.
Os quatro números que esta página publica.
Sobre a observação dos workshops. Ao longo de mais de cem workshops, a casa observa uma redução expressiva do tempo de apresentação depois que o roteiro é decidido, porque a estrutura torna visível o que estava sobrando na fala. Isso é observação clínica recorrente de sala, e vale como tal: leitura de comportamento repetido, sempre distinta de garantia de resultado e sempre sem número prometido em página. O registro exato dessa leitura vive na fonte interna da casa.
O que veio antes, e de onde o método aprendeu.
| Ano | Cliente | O trabalho | O que ele deixou |
|---|---|---|---|
| 2008 | J. Macêdo, marca Dona Benta | A peça teatral As Filhas do Dodô, com pesquisa de marca que chegou em 1.248 slides de material de origem. | Virou o exemplo de sala do método de slides, pelo contraste entre o volume bruto e o par de frames que conta a mesma coisa. |
| 2007 | Mini Schin | O advergame O Mistério das Cidades Perdidas, com 84 combinações narrativas possíveis. | Mais de 3 milhões de jogadores e finalista do Cannes Lions em 2008. Primeiro projeto de storytelling da América Latina. |
| 2014 | IBM | O Presente Impossível, comédia teatral em três atos escrita para evento corporativo. | Roteiro assinado por Fernando Palacios com Hênri Aomori e Ale Santos, direção cênica de Adriana Duque. |
| 2014 | Libbs Farmacêutica | O universo ficcional de marca do Plenance, construído pelo método Storycraft. | Um storybook de marca em farmacêutica, num tema, o colesterol, que costuma chegar à plateia como gráfico. |
| 2017 | ABF, Associação Brasileira de Franchising | A palestra da convenção de 30 anos da associação, construída pelos 8 Passos do Palacios. | Roteiro em três atos, com o protagonista da história costurando a trajetória de quem empreende em franquia. |
| 2021 | Pfizer | O roteiro narrativo do comitê de porta-vozes da vacina contra a covid-19. | Preparação de porta-vozes num tema em que a comunicação pública teve peso sanitário. |
Estes casos estão aqui pelo que produziram em repertório, e não como promessa de resultado equivalente. O advergame da Mini Schin, por exemplo, é o primeiro projeto de storytelling da América Latina, e o material da Dona Benta é o exemplo que a casa usa em sala até hoje para ensinar economia de slide.
O que ficou de fora, e por quê.
A carteira da casa é maior do que esta página. Alguns clientes ficam fora da vitrine por acordo, outros porque o aval para citar o nome existe apenas na conversa e nunca foi registrado por escrito, e há relações encerradas cujos números continuam verdadeiros e cuja menção nominal deixou de fazer sentido.
Há também números que circulam internamente e não chegam aqui. São dados de pitch que ainda não foram conferidos com quem tem a fonte primária, e a régua da casa é que eles esperem a conferência mesmo quando ajudariam a página. Uma vitrine que publica o que ainda vai confirmar é uma vitrine que uma auditoria derruba.
Se o seu contexto pede uma referência específica que não está listada, esse é exatamente o tipo de coisa que a Anamnese Estratégica resolve em trinta minutos.
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O que costumam perguntar.
Vocês publicam os números dos clientes?
Publicamos os que estão validados pelo cliente e conseguem viajar com a base, o período e o significado juntos. Número solto diz pouco e envelhece rápido. Quando um dado existe internamente e a validação não está registrada, ele fica fora da página e vai para a conversa, onde dá para explicar o contexto inteiro. É por isso que alguns dos maiores casos da casa aparecem aqui pelo que foi feito, sem cifra.
Qual a nota que os participantes dão ao trabalho?
A referência que a casa publica é 9,4, a maior nota do evento, em dois momentos distintos: num evento da Eli Lilly em 2017, com nove avaliadores respondendo ao fim da atividade, e novamente num evento da Pfizer em 2024. É avaliação de participante coletada no encerramento, e vale como leitura daquelas salas específicas.
Existe algum caso de continuidade longa?
Sim. A Yamaha rodou 24 turmas ao longo de oito anos, de 2016 a 2024, e o método passou a ser o padrão interno de preparação de apresentações da empresa. É o dado que melhor descreve o que acontece quando o trabalho entra na rotina em vez de acontecer uma vez.
Vocês têm caso em indústria farmacêutica?
Temos, e é onde o Talk de Midas concentra o trabalho hoje. Entre os casos que podem ser nomeados estão a Bayer, com o roteiro da convenção anual em 2025, a Pfizer, com o comitê de porta-vozes da vacina em 2021 e um evento em 2024, um keynote no HemoSummit da BeiGene em fevereiro de 2024 e o universo de marca do Plenance para a Libbs em 2014.
O que significa a observação dos 80%?
É uma leitura de mais de cem workshops, e ela se refere ao tempo de apresentação: as falas costumam ficar substancialmente mais curtas depois que o roteiro é decidido, porque a estrutura torna visível o que estava sobrando. Vale como observação recorrente de sala, nunca como garantia de resultado, e o número exato fica registrado na fonte interna da casa em vez de virar promessa de página.
Posso falar com um cliente antes de contratar?
Pode, e a conversa acontece caso a caso, porque depende do aval de quem vai atender. Na Anamnese Estratégica dá para nomear qual referência faz mais sentido para o seu contexto, se congresso, convenção, preparação de porta-voz ou programa contínuo, e a partir daí buscamos a ponte adequada.
Qual destes casos se parece com o seu.
A Anamnese Estratégica é uma conversa de trinta minutos sobre o evento, o time ou a apresentação que você tem pela frente. Saímos dela com a referência mais próxima do seu contexto nomeada e com o desenho de formato que faz sentido.