Método M.I.D.A.S.: o treinamento em cinco triunfos
O método M.I.D.A.S. é o desenho do speaker training da Storytellers em cinco etapas, chamadas triunfos. Cada uma entrega um resultado material no mesmo dia: Mapa do Tesouro entrega o roteiro escrito em uma folha, Identidade Marcante entrega as histórias pessoais estruturadas, DECOR entrega os slides construídos, Astro Teatral entrega a leitura individual de palco e Sistema Inteligente entrega a trilha de evolução depois do dia. A ordem importa: o conteúdo e o roteiro vêm primeiro, e o palco entra na quarta posição.
O ouro você já tem.
Falta esculpir.
O método nasceu de uma observação simples sobre quem sobe ao palco em congresso médico e em convenção de indústria. A pessoa domina o conteúdo. Ela passou anos dentro de um tema, tem publicação, tem prática clínica, tem número de estudo na ponta da língua. O que trava é a forma: a ordem em que aquilo vai sair, o que abre, o que sacrifica, o que a plateia leva.
É por isso que o método começa pelo conteúdo. Enquanto o mercado de treinamento de palestrante trabalha voz, respiração e postura, o M.I.D.A.S. entra pela estrutura da fala, que é onde a insegurança se forma. Quem não sabe exatamente o que vai dizer trava, lê o slide e olha para o chão. A técnica de palco alivia isso enquanto a fala acontece. A estrutura decidida remove a razão de o sintoma existir.
A metáfora do nome carrega o desenho inteiro. Na lenda, o Rei Midas transformava pelo toque. Aqui a transformação vem da geometria narrativa, e são cinco dedos para cinco triunfos.
O conhecimento é o ouro bruto. A estrutura narrativa é a escultura. O ouro não muda de substância, muda de forma.
Fernando Palacios, fundador da Storytellers
O arco que o método persegue tem cinco tempos: atenção, conexão, conversa, conversão e reconhecimento.
Os cinco triunfos, um a um
Cinco triunfos, cinco entregas.
Cada triunfo é um módulo que fecha em si e alimenta o próximo, como atos de um espetáculo. A palavra triunfo está ali por uma razão de desenho: cada etapa produz uma vitória visível antes de a seguinte começar.
A entrega: o roteiro em uma folha
A primeira etapa transforma o que a pessoa sabe num roteiro escrito, com começo, meio e destino declarado. A ferramenta é os 8 Passos do Palacios, a estrutura de roteiro em oito partes que a casa usa desde antes de existir speaker training no Brasil. O participante sai da manhã com a apresentação inteira numa folha de papel.
Por trás de toda obra existe uma geometria invisívelA entrega: as histórias que só essa pessoa tem
A segunda etapa vai atrás do repertório pessoal: a história de origem, a da credencial, a do maior vacilo. É o que a casa chama de Arqueologia Interna, o garimpo das histórias do próprio palestrante. Cinco tipos entram na peneira para que três saiam prontas para o palco.
O momento que parece descontração já é a parte mais importanteA entrega: os slides prontos
A terceira etapa vira o roteiro em material visual. DECOR é o método de slides da casa, e o princípio que o rege chama-se Triple Coding: a imagem, a frase e a fala carregam informações diferentes e somam. O participante sai com a apresentação visual construída, com a estrutura já dentro dela.
O slide é uma terceira voz que somaA entrega: a leitura individual de palco
A quarta etapa põe cada participante no palco, com a apresentação que ele acabou de construir, diante dos colegas. A devolutiva usa a régua de zero a dez das Maestrias, que dá critério a coisas que sempre pareceram impossíveis de medir, como presença, intenção e uso de pausa. O tamanho da turma define a forma: até 20 participantes cada pessoa apresenta e recebe devolutiva sobre a própria fala, e até 50 as apresentações são em grupo, com a devolutiva sobre a construção coletiva.
Charme e presença ganham critério quando ganham escalaA entrega: o que sustenta depois do dia
A quinta etapa trata do que acontece quando a sala esvazia: a trilha de evolução de cada um, os agentes de inteligência artificial que aceleram a próxima construção e a comunidade de pares. É a etapa que responde à pergunta sobre o que sobra depois do treinamento.
O que se repete sozinho é o que ficaDuas etapas têm página própria
Os dois frameworks que fazem o trabalho pesado.
8 Passos do Palacios
A estrutura de roteiro em oito partes, do gancho que abre ao chamado que fecha. É o motor do primeiro triunfo e o framework mais antigo da casa, usado em palestra corporativa, em apresentação científica e em pitch de rodada. A construção acontece de trás para a frente, e essa inversão é o que faz a fala chegar em algum lugar.
Ver os oito passos, um a umDECOR
O método de slides da casa, em cinco letras: duplo sentido, economia, complementar, olhos e rima visual. Ele responde à cena mais comum de congresso, que é o palestrante lendo em voz alta o que já está projetado atrás dele. A regra que organiza tudo chama-se Triple Coding.
Ver o método de slidesDe onde o método vem.
O M.I.D.A.S. é a aplicação do Método Palacios, o sistema da Storytellers, ao contexto específico de quem sobe ao palco. O sistema tem duas metades: a Inteligência Narrativa, que trata do que se conta, e o Entretenimento Estratégico, que trata de como se conta. Os 8 Passos do Palacios são o motor da segunda metade, e a Arqueologia Interna trabalha na primeira.
A casa opera com esse repertório desde 2006, e o recorte de speaker training ganhou desenho próprio a partir de 2017, quando o trabalho com porta-vozes de indústria farmacêutica passou a ter volume suficiente para virar produto. O nome Talk de Midas é de 2024.
Quem quiser ver o método aplicado ao contexto de farma pode começar pelo recorte da arena farmacêutica, e quem estiver comparando fornecedores encontra a leitura de categoria em o que é speaker training.
Quem já vai colocar a mão no material tem o desenho completo em PDF, com a entrega e o instrumento de cada triunfo e cinco aplicações executáveis com um porta-voz: o Guia dos 5 Triunfos M.I.D.A.S..
O método é o mesmo em qualquer palco. O vocabulário e os exemplos mudam com a sala.
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O que costumam perguntar.
O que é o método M.I.D.A.S.?
É o desenho do speaker training da Storytellers em cinco etapas, chamadas triunfos, que dão as iniciais do nome: Mapa do Tesouro, Identidade Marcante, DECOR, Astro Teatral e Sistema Inteligente. Cada etapa entrega um resultado tangível no mesmo dia. O participante sai com roteiro escrito, histórias garimpadas, slides construídos, uma leitura individual do próprio palco e uma trilha de evolução.
Por que o nome faz referência ao Rei Midas?
Porque a premissa do trabalho é que o ouro já está com a pessoa. Quem passa quinze anos estudando uma molécula ou operando uma técnica cirúrgica tem o conteúdo. O que falta é a forma. Na lenda, o toque transformava; aqui a transformação vem da estrutura narrativa. São cinco dedos e cinco triunfos, e o mote da casa resume o desenho: o ouro você já tem, só falta esculpir.
O método serve para apresentação científica, com dado e metodologia?
Serve, e a maior parte do trabalho em farma é exatamente isso. O rigor do dado permanece intocado: a metodologia continua a mesma e a revisão segue com as áreas responsáveis pela conformidade. O que o método organiza é a ordem em que a informação aparece, o que abre a fala, o que fica em reserva para a discussão e qual pergunta a plateia leva embora.
Qual a diferença entre o método M.I.D.A.S. e um curso de oratória?
O objeto de trabalho. Um curso de oratória trabalha a entrega: voz, respiração, postura, uso do palco. O método M.I.D.A.S. começa pelo conteúdo e pelo roteiro, que é onde nasce a insegurança de quem sobe ao palco sem saber o que exatamente vai dizer. A etapa de palco existe no método, e ela entra na quarta posição, depois que a estrutura está decidida.
Em quanto tempo os cinco triunfos acontecem?
O formato central é a imersão de um dia, com os cinco triunfos na sequência. Existem formatos mais longos, em que a mesma escada se abre em módulos ao longo de semanas, e existe o formato de masterclass, mais curto, que apresenta a lógica sem produzir o material. O desenho se define na conversa, pelo número de participantes e pelo compromisso que eles têm pela frente.
O que a pessoa leva embora no fim do dia?
Quatro coisas materiais: o roteiro em uma folha, o conjunto de histórias pessoais estruturadas, a apresentação visual construída sobre esse roteiro e a devolutiva da própria performance, com os pontos fortes e o caminho de evolução nomeados. O trabalho acontece sobre a apresentação real que a pessoa tem pela frente, e o tamanho da turma define se a devolutiva é individual ou sobre a construção do grupo.
Trinta minutos para desenhar a sua versão do método.
A Anamnese Estratégica é uma conversa de trinta minutos sobre a apresentação, o evento ou o grupo que você tem pela frente. Saímos dela com o desenho de qual formato faz sentido e por onde o trabalho rende mais.