Anamnese Estratégica: trinta minutos de diagnóstico
A Anamnese Estratégica é uma conversa de trinta minutos sobre a apresentação, o evento ou o time de porta-vozes que você tem pela frente. Ela produz um diagnóstico: onde o preparo rende mais no seu caso, se no roteiro, no material visual ou na performance de palco. Sai dela o desenho de formato que corresponde a esse diagnóstico e os critérios que determinam o investimento, nomeados um a um. A conversa acontece sem compromisso imediato de contratação, e há casos em que a conclusão honesta é que o momento pede outra coisa.
Por que a palavra é anamnese.
Em medicina, anamnese é a conversa que antecede qualquer conduta. Ela existe para que o profissional entenda a história antes de propor tratamento, e o valor dela está justamente em ser feita antes: uma conduta acertada sobre a queixa errada continua sendo a conduta errada.
Aqui a lógica é a mesma, e a razão é prática. A queixa que chega costuma ser a mesma frase: os nossos palestrantes precisam melhorar. Por trás dela há situações que pedem trabalhos diferentes. Um roteiro sem destino declarado, um material que compete com a fala e uma pessoa que domina o conteúdo e trava diante de plateia grande são três coisas, e cada uma responde a um preparo distinto.
Trinta minutos costumam bastar para separar as três. É pouco tempo para resolver e tempo suficiente para diagnosticar, que é exatamente o que esta conversa se propõe a fazer.
Uma conduta acertada sobre a queixa errada continua sendo a conduta errada.
O que acontece nos trinta minutos
Trinta minutos, três movimentos.
O palco real
Começamos pelo que já está marcado: que evento é, qual a plateia, quanto tempo de fala, em que ponto da grade, e quem sobe. Quando o contexto é um time de porta-vozes, mapeamos quantos são, com que frequência apresentam e o que costuma acontecer nas sessões deles hoje.
Onde o trabalho trava
Aqui a conversa separa três coisas que costumam chegar embaladas juntas: o roteiro, o material e o palco. A maior parte do que se apresenta como nervosismo tem origem na primeira, e a leitura muda completamente o que faz sentido contratar. É a parte da conversa que costuma render mais.
O desenho e os critérios
Fechamos com o formato que corresponde ao diagnóstico, com os critérios que determinam o investimento nomeados e com a agenda possível. Se a conclusão for que o momento pede outra coisa, ou nenhuma coisa, dizemos isso na própria conversa.
O que determina o investimento
Cinco critérios decidem o desenho, e o desenho decide o investimento.
| Critério | O que ele muda |
|---|---|
| O formato | Uma masterclass que apresenta a lógica, um workshop ou imersão de um dia com os cinco triunfos e o material saindo pronto, ou um programa contínuo ao longo de meses são desenhos diferentes, com preparação e entrega diferentes. |
| O número de participantes | A devolutiva individual de palco é o que estabelece o teto de pessoas por dia. Grupos maiores pedem mais dias ou mais gente na condução, e essa conta é a que mais mexe no desenho. |
| Presencial ou online | A sala presencial permite trabalhar palco, deslocamento e presença física. O formato remoto muda o desenho das dinâmicas e a logística, e as duas versões não são a mesma entrega com preço diferente. |
| A continuidade | Uma ação única e um acompanhamento ao longo do ano são compromissos distintos. O caso de continuidade mais longo da casa rodou 24 turmas em oito anos, e o desenho de um trabalho assim se decide no começo. |
| O que a casa produz junto | Há trabalhos em que a Storytellers desenvolve as apresentações com os participantes, além de treiná-los. É escopo somado, decidido caso a caso, e ele aparece na conversa quando o calendário do cliente aperta. |
Por que a faixa fica na conversa. Os cinco critérios acima mudam o desenho do trabalho antes de mudarem o valor, e uma tabela de página apresenta o valor sem o desenho. A faixa aparece na Anamnese, com o escopo já claro dos dois lados, e a leitura completa dos critérios está em quanto custa um treinamento de speakers.
Solicite sua
Anamnese Estratégica
Preencha os quatro campos e respondemos com propostas de horário. Se houver data de evento marcada, diga no cargo ou na empresa e a agenda entra na frente.
O que essa meia hora deixa de ser.
Ela deixa de ser uma apresentação comercial com slides. Quem quiser conhecer o método antes de conversar encontra o desenho inteiro na página do método e a prova na página de cases, sem precisar de reunião para isso.
Ela também deixa de ser um treinamento condensado. Trinta minutos servem para ler a situação e nomear onde o trabalho rende mais; a construção do roteiro, do material e do palco acontece na sala, com tempo próprio.
E ela deixa de ser uma conversa que termina sempre na mesma recomendação. Existem situações em que o problema está no desenho do evento, e não no palco. Existem outras em que a pessoa precisa apresentar em três dias e o que cabe é uma conversa de emergência sobre aquela fala específica. Dizer isso na própria Anamnese é parte do que ela se propõe a fazer.
Um diagnóstico que sempre termina na mesma conduta deixa de ser diagnóstico.
O que costuma ajudar a chegar preparado.
O que costumam perguntar.
O que é a Anamnese Estratégica?
É uma conversa de trinta minutos sobre a apresentação, o evento ou o time de porta-vozes que você tem pela frente. Ela existe para produzir um diagnóstico: onde o trabalho rende mais no seu caso específico, se no roteiro, no material visual ou na performance de palco. Sai dela uma leitura e um desenho de formato, com os critérios de investimento nomeados.
Preciso contratar alguma coisa depois?
Não. A conversa acontece sem compromisso imediato de contratação, e há casos em que a conclusão honesta é que o momento pede outra coisa ou nenhuma coisa. Dizemos isso na própria conversa, porque um diagnóstico que sempre termina na mesma recomendação deixa de ser diagnóstico.
Quanto custa um treinamento de speakers?
O investimento se define por cinco critérios: o formato, o número de participantes, o regime presencial ou remoto, a continuidade e se a casa desenvolve as apresentações junto com os participantes. Essas variáveis mudam o desenho antes de mudarem o valor, e é por isso que a faixa se apresenta na conversa, com o escopo já claro dos dois lados, em vez de virar tabela de página. A leitura completa dos critérios está na página sobre quanto custa um treinamento de speakers.
Quem participa da conversa do lado de vocês?
Fernando Palacios, fundador da Storytellers, conduz a Anamnese. É o mesmo profissional que conduz os workshops, o que evita a distância entre o que se combina na conversa e o que acontece na sala.
Em quanto tempo vocês respondem?
Respondemos em até 48 horas úteis à solicitação enviada por esta página, com propostas de horário. A conversa em si costuma acontecer na semana seguinte ao contato, e agendas de congresso com data marcada entram na frente quando o calendário aperta.
Serve para um único palestrante ou só para times?
Serve para os dois, e a conversa muda de forma. Para um palestrante único, olhamos a fala específica que está marcada. Para um time de porta-vozes, olhamos o ciclo inteiro: quantas sessões acontecem por ano, quem sobe em cada uma e o que a coordenação consegue observar hoje sobre o desempenho delas.
Trinta minutos custam menos do que um congresso mal aproveitado.
A conversa acontece antes de qualquer proposta, e ela vale sozinha pelo diagnóstico. Se a conclusão for que o preparo faz sentido, o desenho já sai dela pronto.